CC BY-NC-ND 4.0 · Arquivos Brasileiros de Neurocirurgia: Brazilian Neurosurgery 2020; 39(01): 012-015
DOI: 10.1055/s-0039-3402490
Review Article | Artigo de Revisão
Thieme Revinter Publicações Ltda Rio de Janeiro, Brazil

Chordoid Meningioma: Literature Review

Meningioma cordoide: Revisão de literatura
1  Neurosurgery Service, Hospital Militar de Área de São Paulo, São Paulo, SP, Brazil
,
Marcus Vinicius de Morais
1  Neurosurgery Service, Hospital Militar de Área de São Paulo, São Paulo, SP, Brazil
,
Rafael Pontes Figueiredo
1  Neurosurgery Service, Hospital Militar de Área de São Paulo, São Paulo, SP, Brazil
,
Andrezza Garcia Morales
2  Hospital da Faculdade de Medicina do ABC, São Paulo, SP, Brazil
,
Paulo Mácio Porto de Melo
1  Neurosurgery Service, Hospital Militar de Área de São Paulo, São Paulo, SP, Brazil
› Author Affiliations
Further Information

Publication History

02 April 2019

22 October 2019

Publication Date:
11 March 2020 (online)

  

Abstract

Chordoid meningiomas (CMs) are a rare subgroup of tumors, accounting for ∼ 0.5% of all meningiomas. Chordoid meningioma tumors correspond to World Health Organization (WHO) Grade II lesions and behave aggressively, with an increased likelihood of recurrence. There are few genetic studies about CMs, but we understand that there is deletion at many chromosomal loci. Histologically, CMs are characterized by strands and cords of meningothelial cells arranged in a mucinous stroma. Morphologically, it can mimic other chondroid and myxoid tumors within the brain and its vicinity, thus posing a diagnostic challenge. Chordoid meningiomas have an aggressive clinical course and a propensity to recur compared with classical meningiomas. The goal of the treatment is surgery, with total resection of the tumor; however, due to its high degree of recurrence, radiotherapy is often necessary as an adjuvant treatment.

Resumo

Meningiomas cordoides (MCs) são um tipo raro de subgrupo de tumores, representando ∼ 0,5% de todos os meningiomas. Os MCs correspondem ao grau II, pela classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS), possuindo agressividade e alto grau de recorrência. Existem poucos estudos publicados sobre a genética desses tumores; porém, entendemos que há diversas deleções em alguns lócus cromossômicos. Histologicamente, os MCs são caracterizados por fios e cordões de células meningoteliais dispostos em um estroma mucinoso. Morfologicamente, podem mimetizar outros tumores condroides e mixoides, o que representa um desafio diagnóstico. Os MCs têm um curso mais agressivo que o meningioma clássico. O objetivo do tratamento é a cirurgia, com ressecção total do tumor, porém, devido à sua alta recidiva, se faz necessário o tratamento adjuvante com radioterapia.