CC BY-NC-ND 4.0 · Rev Bras Ortop (Sao Paulo) 2020; 55(03): 387-388
DOI: 10.1055/s-0039-3402466
Carta ao Editor
Mão
Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia. Published by Thieme Revinter Publicações Ltda Rio de Janeiro, Brazil

Answer to Letter to the Editor Regarding the Article “Ligamentous Reconstruction of the Interosseous Membrane of the Forearm in the Treatment of Instability of the Distal Radioulnar Joint”

Article in several languages: português | English
1  Departamento de Cirurgia, Ortopedia e Traumatologia, Grupo de Mão e Microcirurgia, Faculdade de Medicina do ABC, Santo André, SP, Brasil
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Ricardo Carvalho Mallozi
1  Departamento de Cirurgia, Ortopedia e Traumatologia, Grupo de Mão e Microcirurgia, Faculdade de Medicina do ABC, Santo André, SP, Brasil
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Willian Ozaki
1  Departamento de Cirurgia, Ortopedia e Traumatologia, Grupo de Mão e Microcirurgia, Faculdade de Medicina do ABC, Santo André, SP, Brasil
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Douglas Hideki Ikeuti
1  Departamento de Cirurgia, Ortopedia e Traumatologia, Grupo de Mão e Microcirurgia, Faculdade de Medicina do ABC, Santo André, SP, Brasil
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Daniel Alexandre Pereira Consoni
1  Departamento de Cirurgia, Ortopedia e Traumatologia, Grupo de Mão e Microcirurgia, Faculdade de Medicina do ABC, Santo André, SP, Brasil
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Gustavo Mantovani Ruggiero
1  Departamento de Cirurgia, Ortopedia e Traumatologia, Grupo de Mão e Microcirurgia, Faculdade de Medicina do ABC, Santo André, SP, Brasil
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Further Information

Publication History

24 September 2019

03 October 2019

Publication Date:
27 February 2020 (online)

Na realidade, a porção distal da membrana interóssea ou Distal Oblique Band (DOB), descrita por Moritomo,[1] fica na direção oposta. No entanto, realizamos um estudo anatômico e observamos que a reconstrução do DOB no sentido descrito por Moritomo não é a ideal para a estabilização da Articulação Radioulnar Distal (ARUD). É a mais instável, quando comparada com a técnica empregada aqui ou com túneis transversais.

Também descobrimos que existe um “trato distal” ([Fig. 1]) da membrana interóssea,[2] dorsal e no sentido em que descrevemos nossa técnica[3] ([Fig. 3]), que é mais robusto que o DOB ([Fig. 2]), e suas fibras terminam no Complexo da Fibrocartilagem Triangular (CFCT).

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Fig. 1 Trato Distal da membrana interóssea.
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Fig. 2 Distal Oblique Band (DOB) ou porção distal da membrana interóssea.
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Fig. 3 Reconstrução da membrana interóssea distal com braquiorradial.

Acreditamos que o trato distal da membrana interóssea, a banda do raio oblíquo da ulna, do proximal ao distal, tem um valor maior do que o DOB, no que diz respeito à estabilidade da ARUD.

Talvez seja correto corrigir nosso trabalho ([Fig. 3]), verificando se mais ninguém descreveu esse "trato distal".