CC BY-NC-ND 4.0 · Rev Bras Ortop (Sao Paulo) 2020; 55(02): 203-207
DOI: 10.1055/s-0039-3400521
Artigo Original
Medicina do Esporte
Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia. Published by Thieme Revinter Publicações Ltda Rio de Janeiro, Brazil

Comparação funcional entre membro dominante e não dominante em atletas com dor inguinal[]

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1  Centro de Traumatologia do Esporte, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil
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André Orlandi Bento
1  Centro de Traumatologia do Esporte, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil
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Luana Tossolini Goulart
1  Centro de Traumatologia do Esporte, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil
,
Leonardo Zafalon
1  Centro de Traumatologia do Esporte, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil
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Gustavo Gonçalves Arliani
1  Centro de Traumatologia do Esporte, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil
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Móises Cohen
1  Centro de Traumatologia do Esporte, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil
› Author Affiliations
Further Information

Publication History

30 November 2018

05 February 2019

Publication Date:
09 January 2020 (online)

Resumo

Objetivo Comparar a diferença do arco de movimento (ADM) entre o quadril com lesão e o não lesionado de atletas com as principais patologias femoroacetabulares. Além disso, analisar a diferença da ADM do quadril em cada patologia considerada.

Métodos Os participantes do presente estudo foram 75 atletas de diversas modalidades esportivas, sendo 56 mulheres e 19 homens, com idades entre 20 e 46 anos, os quais tinham diagnóstico de lesão do quadril. Esses indivíduos foram subdivididos em três grupos de acordo com as patologias (impacto femoroacetabular ou lesão labral, pubalgia ou lesão dos adutores e síndrome trocantérica) e as características de cada quadril foram analisadas.

Resultados Um total de 150 quadris (direito e esquerdo) foram mensurados para a presente análise. Comparou-se o ADM do quadril lesado e do quadril saudável de cada atleta e não foram encontradas diferenças estatísticas. Da mesma forma, não houve diferença significativa entre a ADM do quadril entre as principais injúrias.

Conclusão O presente estudo não encontrou diferenças no arco de movimento entre o quadril lesionado e o contralateral, bem como não houve diferença na amplitude dos movimentos entre as patologias femoroacetabulares analisadas.

Trabalho desenvolvido no Centro de Traumatologia do Esporte, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil.