CC BY 4.0 · Rev Bras Ginecol Obstet 2019; 41(07): 454-462
DOI: 10.1055/s-0039-1692126
Review Article
Thieme Revinter Publicações Ltda Rio de Janeiro, Brazil

New Approaches to Fetal Growth Restriction: The Time for Metabolomics Has Come

Novas abordagens para a restrição de crescimento fetal: é chegada a hora da metabolômica
Debora Farias Batista Leite
1  Departament of Obstetrics and Gynecology, Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, São Paulo, SP, Brazil
2  Department of Mother and Child Health, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, PE, Brazil
3  Hospital Clínico, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, PE, Brazil
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1  Departament of Obstetrics and Gynecology, Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, São Paulo, SP, Brazil
› Author Affiliations
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Publication History

26 January 2019

16 April 2019

Publication Date:
27 June 2019 (online)

  

Abstract

Fetal growth restriction (FGR) diagnosis is often made by fetal biometric ultrasound measurements or Doppler evaluation, but most babies are only diagnosed after birth, using the birth weight as a proxy for intrauterine development. The higher risks of neurodevelopmental delay, metabolic syndrome, and cardiovascular illness associated with FGR impose a shift on the focus during pregnancy. New methodological approaches, like metabolomics, can provide novel biomarkers for intrauterine fetal development. Recent evidence on metabolites involved with fetal growth and weight show a consistent role played by lipids (especially fatty acids), amino acids, vitamin D and folic acid. Fetal energy source and metabolism, structural functions, and nervous system functioning need further evaluations in different populations. In the near future, the establishment of a core set of outcomes for FGR studies may improve the identification of the role of each metabolite in its development. Thus, we will concretely progress with the perspective of a translational capacity of metabolomics for this condition.

Resumo

O diagnóstico da restrição do crescimento fetal (RCF) é frequentemente feito por medidas biométricas ultrassonográficas ou por avaliação pela Dopplervelocimetria, mas, na maioria dos casos, o diagnóstico é apenas pós-natal, usando o peso ao nascimento como um marcador para o desenvolvimento intrauterino. Riscos maiores de atraso do neurodesenvolvimento, síndrome metabólica e doenças cardiovasculares associadas com a RCF impõem uma mudança no foco durante a gestação. Novas abordagens metodológicas, como a metabolômica, podem fornecer novos biomarcadores para o desenvolvimento fetal intrauterino. As evidências recentes sobre os metabolitos envolvidos com o crescimento e peso fetal mostram um papel consistente desempenhado pelos lipídios (especialmente os ácidos graxos), aminoácidos, vitamina D e ácido fólico. A fonte de energia fetal e seu metabolismo, a função estrutural e o funcionamento do sistema nervoso devem ser detalhadamente investigados nos próximos estudos de validação. Em breve, o estabelecimento de um conjunto de desfechos a serem descritos para os estudos de RCF pode melhorar a identificação do papel de cada metabolito no seu desenvolvimento. Assim, iremos progredir no entendimento da RCF numa perspectiva da capacidade translacional da metabolômica para este transtorno.