CC BY-NC-ND 4.0 · International Journal of Nutrology 2018; 11(03): 080-086
DOI: 10.1055/s-0039-1678705
Review Article | Artigo de Revisão
Thieme Revinter Publicações Ltda Rio de Janeiro, Brazil

Use of Antioxidants in Cardiovascular Surgery

O uso de antioxidantes em cirurgia cardiovascular
Edmo Atique Gabriel
1  União das Faculdades dos Grandes Lagos- UNILAGO, Brazil
,
Camila Alcalde Mazza
1  União das Faculdades dos Grandes Lagos- UNILAGO, Brazil
,
Marina Alves Jacintho de Mello
1  União das Faculdades dos Grandes Lagos- UNILAGO, Brazil
› Author Affiliations
Further Information

Publication History

11 October 2018

10 December 2018

Publication Date:
25 March 2019 (online)

Abstract

Morbidity and mortality due to postoperative complications, related to inflammation and systemic oxidative stress, of coronary artery bypass grafting is high and inadmissible. It is suggested that numerous adverse outcomes may be caused by the systemic effect of cardiopulmonary bypass (CPB). One of the most damaging consequences of these events is the formation of reactive oxygen species (ROS) and radicals, which originate from a variety of cellular and enzymatic sources, such as myocardial cells, activated neutrophils, or endothelial xanthine oxidase. Many studies have described the nature of these ROS and the time of their formation during CPB. With the goal of reducing these damages, studies have investigated the use of antioxidant supplements during CPB. The present study focused on the time course of the innate antioxidant activity (antioxidant enzymes and overall antioxidant capacity in plasma) in patients undergoing CABG. The methodology used was the literature review.

Resumo

Embora a cirurgia de revascularização do miocárdio tenha se tornado um procedimento de rotina em todo o mundo, a morbidade e a mortalidade dos pacientes devido a complicações pós-operatórias adversas ainda são inaceitavelmente altas.

Tem sido sugerido que, além de causar dano miocárdico, uma proporção significativa de desfechos adversos também pode ser causada pelos efeitos sistêmicos da circulação extracorpórea (CEC). Além disso, foi demonstrado que o procedimento com circulação extracorpórea dá origem a inflamação sistêmica e estresse oxidativo mais pronunciado que o procedimento sem CEC.

Os mecanismos que explicam essas observações podem estar relacionados a vários eventos deletérios que ocorrem durante a CEC e que são dependentes do material (causado pela exposição do sangue a superfícies e condições não fisiológicas durante a circulação extracorpórea ou independente de material por trauma cirúrgico, isquemia-reperfusão e alterações no corpo temperatura). Uma das conseqüências mais danosas desses eventos é a formação de espécies reativas de oxigênio (ROS) e radicais, que se originam de uma variedade de fontes celulares e enzimáticas, como células miocárdicas, neutrófilos ativados ou xantina oxidase endotelial.

A fim de contrabalançar essa sequência de eventos e reduzir o dano oxidativo, vários estudos têm investigado o uso de suplementos antioxidantes durante a CEC.

Com o objetivo de investigar essa questão, o presente estudo enfocou o curso temporal da atividade antioxidante inata (enzimas antioxidantes e capacidade antioxidante total no plasma) em pacientes submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdio. A metodologia utilizada foi a revisão de literatura.