CC BY-NC-ND 4.0 · Arquivos Brasileiros de Neurocirurgia: Brazilian Neurosurgery 2018; 37(04): 304-308
DOI: 10.1055/s-0038-1675223
Artigo Original | Original Article
Thieme Revinter Publicações Ltda Rio de Janeiro, Brazil

Outcome Evaluation of Patients with Burst Thoracolumbar Fractures: A Case Series

Avaliação de resultados de pacientes com fraturas toracolombares do tipo explosão: Uma série de casos
Mohammad Jamali
1  Department of Neurosurgery, Shiraz University of Medical Sciences, Shiraz, Iran
,
Yashar Goorakani
2  Student Research Committee, Fasa University of Medical Sciences, Fasa, Iran
,
Niloofar Solat
2  Student Research Committee, Fasa University of Medical Sciences, Fasa, Iran
,
Reza Taheri
1  Department of Neurosurgery, Shiraz University of Medical Sciences, Shiraz, Iran
,
Sulmaz Ghahramani
3  Health Policy Research Center, Institute of Health, Shiraz University of Medical Sciences, Shiraz Iran
› Author Affiliations
Funding None.
Further Information

Publication History

22 May 2018

31 August 2018

Publication Date:
06 November 2018 (online)

  

Abstract

Objective The aim of the present study was to evaluate the outcome of short segment instrumentation in patients affected by burst thoracolumbar fractures.

Methods A total of 19 patients with unstable burst fractures of the thoracolumbar spine were eligible for short segment instrumentation. Their functional outcome (by using the Oswestry and Denis scales) and back pain (using the visual analog scale) were evaluated after 12 months.

Results The mean age of the patients was 30.7 years old, and most of them were male (n = 15). The mean hospital stay was 4.6 days. The mean ± standard deviation (SD) of the pain score according to the visual analog scale was 1.63 ± 1.25 after 12 months of surgery, and there were no patients classified with grades 4 or 5 on the Denis work scale. The average Oswestry disability index (ODI) was 17% during the follow-ups.

Conclusions The outcome of the studied patients, including the clinical pain and the functional outcome of postsurgical patients, suggested that the short-segment instrumentation could be an appropriate method for patients with unstable thoracolumbar junction fractures. However, a long-term follow-up is recommended.

Resumo

Objetivo O presente estudo visa avaliar o resultado de instrumentação segmentar curta em pacientes afetados por fraturas toracolombares do tipo explosão.

Métodos Um total de 19 pacientes com fraturas do tipo explosão instáveis na espinha toracolombar foram elegíveis para instrumentação segmentar curta. O resultado funcional (usando as escalas de Oswestry e Denis) e dor nas costas (usando a escala visual analógica da dor) foi avaliado após 12 meses.

Resultados A idade média dos pacientes era de 30,7 anos, sendo a maioria homens (n = 15). A média de internação hospitalar foi de 4,6 dias. O desvio padrão (σ) da pontuação de dor, de acordo com a escala visual analógica foi de 1,63 a 1,25 após 12 meses de cirurgia, não havendo pacientes classificados com graus quatro ou cinco na escala de trabalho de Denis. A média da pontuação de incapacidade de Oswestry foi de 17% durante o acompanhamento.

Conclusões Os resultados dos pacientes estudados, incluindo a dor clínica e o resultado funcional de pacientes pós-cirúrgicos, sugeriu que a instrumentação segmentar curta pode ser um método apropriado para pacientes com fraturas instáveis nas junções toracolombares. No entanto, um acompanhamento de longo prazo é recomendado.