CC BY-NC-ND 4.0 · Rev Bras Ginecol Obstet 2018; 40(06): 332-337
DOI: 10.1055/s-0038-1656718
Original Article
Thieme Revinter Publicações Ltda Rio de Janeiro, Brazil

Which mode and potency of electrocoagulation yields the Smallest Unobstructed Area of the Fallopian Tubes?

Qual modo e potência produzem a menor área de não-obstrução nas tubas de Falópio?
Marcelo Ivo Campagnolo
1  Department of Obstetrics and Gynecology, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brazil
,
Ricardo dos Reis
1  Department of Obstetrics and Gynecology, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brazil
,
Marcele Oliveira dos Santos
1  Department of Obstetrics and Gynecology, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brazil
,
Lúcia Maria Kliemann
1  Department of Obstetrics and Gynecology, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brazil
,
Ricardo Francalacci Savaris
1  Department of Obstetrics and Gynecology, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brazil
› Author Affiliations
Further Information

Publication History

26 October 2017

04 April 2018

Publication Date:
29 May 2018 (eFirst)

Abstract

Objective To determine which mode and potency of electrocoagulation, using a modern electrosurgical generator, yields the smallest unobstructed area of the Fallopian tubes.

Methods In an experimental study, tubes from 48 hysterectomies or tubal ligation were evaluated. Tubes were randomly allocated to one of the following groups: group A) 25 W x 5 seconds (n = 17); group B) 30 W x 5 seconds (n = 17); group C) 35 W x 5 seconds (n = 18), group D) 40 W x 5 seconds (n = 20); group E) 40 W x 5 seconds with visual inspection (blanch, swells, collapse) (n = 16); group F) 50 W x 5 seconds (n = 8). Bipolar electrocoagulation was performed in groups A to E, and monopolar electrocoagulation was performed in group F. Coagulation mode was used in all groups. Digital photomicrography of the transversal histological sections of the isthmic segment of the Fallopian tube were taken, and the median percentage of unobstructed luminal area (mm2) was measured with ImageJ software (ImageJ, National Institutes of Health, Bethesda, MD, USA). The Kruskal-Wallis test or analysis of variance (ANOVA) was used for statistical analysis.

Results Ninety-six Fallopian tube sections were analyzed. The smallest median occluded area (%; range) of the Fallopian tube was obtained in the group with 40 W with visual inspection (8.3%; 0.9–40%), followed by the groups 25 W (9.1%; 0–35.9%), 40 W (14.2; 0.9–43.2%), 30 W (14.2; 0.9–49.7%), 35 W (15.1; 3–46.4%) and 50 W (38.2; 3.1–51%). No statistically significant difference was found among groups (p = 0.09, Kruskal-Wallis test).

Conclusion The smallest unobstructed area was obtained with power setting at 40 W with visual inspection using a modern electrosurgical generator. However, no statistically significant difference in the unobstructed area was observed among the groups using these different modes and potencies.

Resumo

Objetivo Determinar em qual modo e potência, usando unidades geradoras modernas de eletrocoagulação, produz a menor área de não-obstrução das tubas de Falópio.

Métodos Num estudo experimental, tubas uterinas derivadas de 48 histerectomias ou ligadura tubária foram avaliadas. As tubas foram alocadas aleatoriamente para um dos seguintes grupos: grupo A) 25 W x 5 segundos (n = 17); grupo B) 30 W x 5 segundos (n = 17); grupo C) 35 W x 5 segundos (n = 18), grupo D) 40 W, 5 segundos (n = 20); grupo E) 40 W x 5 segundos inspeção visual (branqueia, incha e colapsa) (n = 16); grupo F) 50 W x 5 segundos (n = 8). A eletrocoagulação bipolar foi usada nos grupos de A a E, e a eletrocoagulação monopolar, no grupo F. O modo de coagulação foi utilizado em todos os grupos. Cortes histológicos transversais do segmento ístmico das tubas de Falópio foram corados e fotografados digitalmente, e a percentagem da área luminal (mm2) não-obstruída foi medida com o software ImageJ (ImageJ, National Institutes of Health, Bethesda, MD, USA). O teste de Kruskal-Wallis ou ANOVA foram usados para a análise estatística.

Resultados Noventa e seis cortes histológicos de tubas de Falópio foram analisados. A mediana da menor área não-obstruída (%; amplitude) da tuba de Falópio foi obtida no grupo 40 W com inspeção visual (8,3%; 0,9–40%), seguido do grupo 25 W (9,1%; 0–35,9%), 40W (14,2; 0,9–43,2%), 30 W (14.2; 0,9–49,7%), 35 W (15,1; 3–46,4%) e 50 W (38,2; 3.1–51%). Não houve diferença significativa entre os grupos (p = 0,09, teste de Kruskal-Wallis).

Conclusão A menor área não-obstruída foi obtida com a potência de 40 W com inspeção visual usando um gerador moderno de eletrocirurgia. Contudo, nenhuma diferença significativa na área não-obstruída foi observada entre os grupos usando esses modos e potências.

Contributions

Campagnolo M. I., Reis R., Santos M. O., Kliemann L. M. and Savaris R. F. contributed with project and interpretation of data, writing of the article, critical review of the intellectual content and final approval of the version to be published.