CC BY-NC-ND 4.0 · Arquivos Brasileiros de Neurocirurgia: Brazilian Neurosurgery 2018; 37(02): 131-133
DOI: 10.1055/s-0038-1642604
Case Report | Relato de Caso
Thieme Revinter Publicações Ltda Rio de Janeiro, Brazil

Cerebral Proliferative Angiopathy: Case Report

Angiopatia cerebral proliferativa: relato de caso
Luana Antunes Maranha Gatto
1  Hospital Universitário Cajuru, Curitiba, PR, Brazil
,
Rodrigo Tavares Brisson
2  Division of Neurology, Department of Interventional Neuroradiology, Hospital Universitário Cajuru, Curitiba, PR, Brazil
,
Zeferino Demartini Jr
3  Department of Neurosurgery and Interventional Neuroradiology, Hospital Universitário Cajuru, Curitiba, PR, Brazil
,
Gelson Koppe
4  Department of Interventional Neuroradiology, Hospital Universitário Cajuru, Curitiba, PR, Brazil
,
Carlos Rocha Jr
5  Department of Neurology, Neurosurgery, Interventional Neuroradiology, Campo Grande, MS, Brazil
› Author Affiliations
Further Information

Publication History

24 October 2017

23 January 2018

Publication Date:
17 April 2018 (online)

  

Abstract

Proliferative angiopathy (PA) is a rare cerebral vascular disease in which anomalous vessels continually recruit additional feeder arteries, amid a functional brain parenchyma. We report the case of a young woman with progressive history of headache, motor deficit, seizures and drowsiness. She received a misdiagnosis of brain arteriovenous malformation (AVM) and evolved with dysarthria and cognitive decline after an unsuccessful embolization performed at another institution. We opted for conservative treatment with periodic control by imaging tests. Proliferative angiopathy differs in natural history, prognosis, histopathology and treatment of the usual AVMs. Endovascular procedures aggravate the neurological deficits, which are usually progressive and tend to worsen over time.

Resumo

A angiopatia proliferativa (AP) é uma doença vascular cerebral rara em que vasos anômalos recrutam continuamente artérias nutridoras adicionais em um parênquima cerebral normal. Relatamos um caso de uma mulher jovem com história progressiva de cefaleia, déficit motor, convulsões e sonolência. Ela recebeu um diagnóstico incorreto da malformação arteriovenosa (MAV) cerebral e evoluiu com disartria e declínio cognitivo após uma embolização malsucedida realizada em outra instituição. Optamos pelo tratamento conservador com controle periódico por testes de imagem. A AP difere das MAVs usuais em relação a história natural, prognóstico, histopatologia e tratamento. Os procedimentos endovasculares agravam os déficits neurológicos, que geralmente são progressivos e tendem a piorar ao longo do tempo.