CC-BY-NC-ND 4.0 · Arq Bras Neurocir 2017; 36(04): 238-242
DOI: 10.1055/s-0037-1608907
Case Report | Relato de Caso
Thieme Revinter Publicações Ltda Rio de Janeiro, Brazil

Metastasis of a Dorsal Melanoma to a Pituitary Adenoma Mimicking Pituitary Apoplexy

Metástase de um melanoma dorsal em um adenoma hipofisário imitando apoplexia pituitária
Rui Ramos
Department of Neurosurgery, Hospital de Braga, Braga, Portugal
,
Maria João Machado
Department of Neurosurgery, Hospital de Braga, Braga, Portugal
,
Cristiano Antunes
Department of Neurosurgery, Hospital de Braga, Braga, Portugal
,
Vera Fernandes
Department of Endocrinology, Hospital de Braga, Braga, Portugal
,
Olinda Marques
Department of Endocrinology, Hospital de Braga, Braga, Portugal
,
Rui Almeida
Department of Neurosurgery, Hospital de Braga, Braga, Portugal
› Author Affiliations
Further Information

Publication History

07 August 2017

17 October 2017

Publication Date:
30 November 2017 (eFirst)

Abstract

Metastases to pituitary adenomas are very rare. From the 20 cases found in the literature, none originated from a cutaneous melanoma.

We present the case of a 67-year-old man with a history of transcranial approach to treat a pituitary macroadenoma followed by adjuvant radiotherapy. Fifteen years later, he presented a dorsal nodular melanoma, and three years after that, he developed symptoms of pituitary apoplexy. He was submitted to transsphenoidal surgery, and the histology result revealed metastasis of the melanoma into a pituitary adenoma.

The similarity in the clinical presentation of the two entities—pituitary apoplexy and metastasis of the melanoma into a pituitary adenoma—and the rarity of this type of metastization alert to challenges in the differential diagnosis that may confound the neurosurgeon's decision.

Resumo

As metástases em adenomas pituitários são muito raras. Dos 20 casos descritos na literatura, nenhum foi originado por um melanoma cutâneo.

Apresentamos um caso de um homem de 67 anos de idade, com história de abordagem transcraniana para tratar um macroadenoma pituitário, seguido de radioterapia adjuvante. Quinze anos depois, o paciente apresentou um melanoma nodular dorsal e 3 anos mais tarde desenvolveu sintomas de apoplexia pituitária. Ele foi então submetido a uma cirurgia transfenoidal, e o resultado histológico revelou tratar-se de uma metástase do melanoma em um adenoma hipofisário.

A semelhança na apresentação clínica entre as duas entidades—apoplexia pituitária e metástase do melanoma em um adenoma hipofisário – e a raridade deste tipo de metastização alertam para desafios no diagnóstico diferencial que podem confundir a decisão do neurocirurgião.