CC-BY-NC-ND 4.0 · Arq Bras Neurocir 2017; 36(04): 251-255
DOI: 10.1055/s-0037-1606634
Case Report | Relato de Caso
Thieme Revinter Publicações Ltda Rio de Janeiro, Brazil

Vein of Galen Aneurysmal Malformation with Transvenous Endovascular Treatment in an Adult: Case Report

Malformação aneurismática da veia de Galeno com tratamento endovascular transvenoso em adulto: relato de caso
João Lima Cícero Vale
1  Faculdade Integral Diferencial, Teresina, Piauí, Brazil
,
Benjamim Pessoa Vale
2  Neurosurgery, Endovascular Neurosurgery – Instituto de Neurociências and Hospital São Marcos, Teresina, Piauí, Brazil
,
Lívio Perreira de Macêdo
1  Faculdade Integral Diferencial, Teresina, Piauí, Brazil
,
Marx Lima de Barros Araújo
3  Neurology, Interventional Neurology – Instituto de Neurociências and University Hospital of Universidade Federal do Piauí, Teresina, Piauí, Brazil
,
Thiago Moraes Sousa
1  Faculdade Integral Diferencial, Teresina, Piauí, Brazil
› Author Affiliations
Further Information

Publication History

26 June 2017

24 August 2017

Publication Date:
11 October 2017 (eFirst)

Abstract

Vein of Galen aneurysmal malformation (VGAM) is the result of the direct communication between the arterial network and the median prosencephalic vein. It is a rare vascular congenital malformation representing less than 1% of intracranial abnormalities. This finding is very rare in adults, and it may or may not present symptoms during childhood. Most cases of VGAM can be detected in the fetus by ultrasonography. The referral of pregnant women with fetuses with this condition to centers where better facilities and resources for childbirth and immediate postpartum care are available has resulted in considerable improvement in the prognosis of newborns. Regarding treatment, the endovascular approach to VGAM includes arterial embolization and percutaneous transvenous techniques. The transvenous endovascular treatment was chosen in the case presented in this article.

Resumo

A malformação aneurismática da veia de Galeno (MAVG) é resultado da comunicação direta entre a rede arterial e a veia prosencefálica mediana. Trata-se de uma malformação vascular congênita rara, que representa menos de 1% das anormalidades intracranianas. Sua ocorrência é muito rara em adultos, e a malformação pode ou não apresentar sintomas durante a infância. A maioria dos casos pode ser detectada em fetos por ultrassonografia. O encaminhamento de grávidas com fetos com esta malformação para centros mais bem estruturados, com recursos para cuidados no parto e pós-parto, tem resultado em considerável melhora do prognóstico de recém-nascidos. Quanto ao tratamento, o acesso endovascular à MAVG inclui a técnica de embolização arterial e o tratamento transvenoso percutâneo. O tratamento transvenoso endovascular foi escolhido no caso apresentado neste artigo.