Open Access
CC BY-NC-ND 4.0 · Arquivos Brasileiros de Neurocirurgia: Brazilian Neurosurgery 2019; 38(01): 073-076
DOI: 10.1055/s-0036-1594234
Case Report | Relato de Caso
Thieme Revinter Publicações Ltda Rio de Janeiro, Brazil

Ultrasonographic Evaluation of the Optic Nerve Sheath in the Diagnosis of Idiopathic Intracranial Hypertension

Ultrassonografia da bainha do nervo óptico no diagnóstico da hipertensão intracraniana idiopática

Authors

  • Marx Lima de Barros Araújo

    1   Neurologist, Instituto de Neurociências e Hospital Universitário da Universidade Federal do Piauí, Teresina, PI, Brazil
  • Benjamim Pessoa Vale

    2   Neurosurgeon, Instituto de Neurociências, Teresina, PI, Brazil
  • Irapua Ferreira Ricarte

    3   Neurologist, Instituto de Neurociências, Teresina, PI, Brazil
  • Lívio Pereira de Macêdo

    4   Medical Student, Faculdade Integral Diferencial, Teresina, PI, Brazil
  • Anderson Batista Rodrigues

    5   Medical Student, Universidade Federal do Piauí, Teresina, PI, Brazil
  • Tomásia Henrique Oliveira de Holanda Monteiro

    5   Medical Student, Universidade Federal do Piauí, Teresina, PI, Brazil
Further Information

Publication History

21 September 2015

04 July 2016

Publication Date:
22 November 2016 (online)

Abstract

Intracranial hypertension (ICH) is a life-threatening condition that can be observed in several diseases. Its clinical presentation is variable, with headache, nausea, vomiting, visual disturbances, papilledema, and alterations in the level of consciousness. The gold standard for the diagnosis of ICH is still the intracranial implantation of invasive devices. Non-invasive techniques, such as ultrasonography of the optic nerve sheath (USONS), have emerged in recent years with promising clinical results. The authors report the case of a patient with progressive headache associated with visual impairment and papilledema, and the eventual diagnosis of idiopathic intracranial hypertension using USONS.

Resumo

A hipertensão intracraniana (HIC) é uma condição clínica potencialmente grave, podendo ser observada na vigência de vários processos patológicos. O quadro clínico pode se manifestar com cefaleia, vômito, alterações do nível de consciência, alterações visuais e papiledema. O padrão-ouro para o diagnóstico da HIC permanece sendo através de medida invasiva, com a instalação de dispositivo intracraniano. Técnicas não invasivas, como a ultrassonografia da bainha do nervo óptico (USBNO), têm surgido nos últimos anos com resultados promissores na prática clínica. Os autores relatam o caso de um paciente jovem com história de cefaleia progressiva associada a alterações visuais e papiledema que teve o diagnóstico de hipertensão intracraniana idiopática auxiliado pela utilização da USBNO.