CC BY-NC-ND 4.0 · Journal of Coloproctology 2016; 36(04): 216-219
DOI: 10.1016/j.jcol.2016.05.002
Original Article

Incidence of fistula after management of perianal abscess

Incidência de fistulas em seguida ao tratamento de abscesso perianal
Riyadh Mohamad Hasan
a  University of Baghdad, Al-Kindy College of Medicine, Department of Surgery, Baghdad, Iraq
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Abstract

Background Perianal fistula is among the most common anorectal diseases encountered in adults, men are more prone to be affected than women. There is a close relationship of abscess and fistula in etiology, anatomy, pathophysiology, therapy, complications and morbidity, it is appropriate to consider them as one entity.

Aim of study To determine the incidence of fistula formation and recurrent abscess in a sample of Iraqi patients in Baghdad and decide whether primary fistulotomy should be performed at the time of incision and drainage of perianal abscesses.

Patients and methods A retrospective study of 68 patients with perianal abscess operations conducted in Baghdad. They underwent incision and drainage under either local or general anesthesia at Al-Kindy Teaching Hospitals and private hospitals over a 15-year period from January 2000 to December 2015. Their ages ranged from 20 to 68 years (40.21 ± 1.34) males (63/68) (92.64%) were more than females (5/68) (7.35%). Patients were treated with incision over the abscess under anesthesia and drainage of the abscess was done. The patients were followed up for an average 18 months (range 12–24 months) after abscess drainage or until a fistula appeared and abscess recurrence.

Results The study group comprised of 68 (92.64%) patients with perianal abscess with a median age 39 years (range 20–68 years). The mean follow-up period was identified to be 18 months (range 12–24 months). Males (63/68) (92.64%) were more than females (5/68) (7.35%). The incidence of fistula formation after follow up, the patients with perianal abscess after incision and drainage was 31/68 (45.58%) and males (30/31) (44.11%) were more than females (1/31) (1.47%). The most common site was posterior then left lateral position. The percentage of patients with recurrent abscess n = 6 (8.82%)were lower than fistula formation n = 31 (45.58%). The percentage of males n = 4/6 (5.88%) were more than females 2/6 (2.94%).

Conclusions The incidence of anal fistula in a sample of Iraqi patients with perianal abscess was 45.58% and percentage of recurrence of perianal abscess was 8.82%. To avoid division of anal sphincter muscle, secondary fistulotomy is advised to be done later when anal fistula will be formed.

Resumo

Experiência A fistula perianal está entre as mais comuns doenças anorretais observadas em adultos; os homens demonstram maior tendência para serem afetados, em comparação com as mulheres. Existe íntima relação entre abscessos e fistulas em termos e etiologia, anatomia, fisiopatologia, tratamento, complicações e morbidade; assim, é cabível considerá-los como uma mesma entidade.

Objetivo do estudo Determinar a incidência de formação de fístulas e de abscesso recorrente em uma amostra de pacientes iraquianos em Bagdá, e decidir se a fistulotomia primária deve ser realizada por ocasião da incisão e drenagem de abscessos perianais. Pacientes e métodos: Estudo retrospectivo de 68 pacientes com operações para abscesso perianal realizadas em Bagdá. Foi realizada incisão e drenagem sob anestesia local ou geral no Hospital-Escola Al-Kindy e em hospitais privados ao longo de um período de 15 anos, de janeiro de 2000 até dezembro de 2015. As idades variavam de 20 a 68 (40,21 ± 1,34) anos. Havia maior número de homens (63/68) (92,64%) do que de mulheres (5/68)(7,35%). Os pacientes tiveram o abscesso tratado sob anestesia, e foi realizada a drenagem do abscesso. Os pacientes foram monitorados, em média, durante 18 meses (variação, 12-24 meses) após a drenagem do abscesso, ou até o surgimento de uma fístula e recorrência do abscesso.

Resultados O grupo de estudo compreendeu 68 (92,64%) pacientes com abscesso perianal, com idade mediana de 39 anos (variação, 20-68 anos). O período médio de seguimento foi de 18 meses (variação, 12-24 meses). Havia maior número de homens (63/68) (92,64%) versus mulheres (5/68) (7,35%). No seguimento, a incidência de formação de fístula nos pacientes com abscesso perianal após a incisão e drenagem foi de 31/68 (45,58%), e os homens foram mais afetados (30/31) (44,11%) versus mulheres (1/31) (1,47%). O local mais comum foi a posição posterior e, em seguida, a lateral esquerda. O percentual de pacientes com abscesso recorrente (6, 8,82%) foi mais baixo do que o percentual para pacientes com formação de fístula (31, 45,58%). O percentual de homens (4/6, 5,88%) foi maior versus mulheres (2/6, 2,94%).

Conclusões A incidência de fístula anal em uma amostra de pacientes iraquianos com abscesso perianal foi de 45,58% e o percentual de recorrência de abscesso perianal foi de 8,82%. Para evitar a divisão do músculo esfinctérico anal, é aconselhável fazer uma fistulotomia secundária mais tarde, quando a fístula anal já estiver formada.



Publication History

Received: 02 May 2016

Accepted: 15 May 2016

Publication Date:
17 February 2021 (online)

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